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Mano Mascarado: Z-O, o processo e algumas notícias

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  Poucos de vocês sabem, mas eu tenho uma newsletter no Substack , que criei em 2023 pra falar sobre meus projetos e coleções. Você pode assinar gratuitamente a newsletter pra receber meus textos no e-mail e não depender de links esporádicos nas redes sociais! Vou abrir uma exceção no gênero dos posts aqui no blog para falar do processo de Mano Mascarado: Z-O , que será lançado pela Z Edições em formato de pré-venda nos próximos dias. Segue o post!

Z-O: Agradecimentos e dedicatórias

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  Quando eu tava bem no começo do projeto de Z-O, ainda escrevendo as primeiras páginas do prólogo, a amiga  Juliana Garcia  foi uma das primeiras pessoas a avaliar o conteúdo. Ainda era algo bem cru, engessado, e não tinha uma indicação clara de evolução narrativa. Digo isso hoje, de cara limpa, porque foi a partir de observações dela e do  William Rabello  que consegui encontrar o verdadeiro norte nesse arco.

Z-O: Capítulo 10, Whisky com pólvora

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  Demitidos da Graw/Kapow, os motocas se veem em um beco sem saída. Substituídos por robôs de um dia pro outro, os quatro vão tirar satisfações na sede da empresa e acabam gerando um caos inimaginável. Esse capítulo é substancialmente maior do que os demais, por motivos óbvios.

Z-O: Capítulo 9, Um erro comum

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  Ricardo tenta encontrar provas de ilicitude na operação da Graw e acaba entrando numa cilada. Em reunião com Julio e Fred, ele se dá mal.

Z-O: Capítulo 8, Fogo contra fogo

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  Zila trama um plano para dar mais atenção à segurança dos motocas, mas o tiro sai pela culatra. É hora de conhecer Slicer, uma das principais ameaças aos nossos heróis.

Z-O: Capítulo 7, Dois Caminhos

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  Depois de sofrer uma emboscada, Caio tenta dar uma de espertão e vai parar no hospital. Kyoko e Jackson tentam chamar a atenção do filho para o perigo iminente da profissão.

Z-O: Capítulo 6, Merecimento

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  Caio vira notícia em rede nacional depois de surrar um bandido na Praça da Sé. O incidente foi visto com bons olhos pela alta gestão, que aproveitou a exposição da marca para capitalizar em cima de Z-O. Mas nem tudo é um mar de rosas quando se está do lado mais fraco da corda.

Z-O: Capítulo 5, Fiador do caos

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Jonathan é o responsável pelo desenvolvimento do app da Kapow. Depois de bons meses de operação, ele precisa confrontar os diretores e investidores com os problemas encontrados pelos entregadores. A empresa pode lidar com questões de compliance e processos trabalhistas, mas e os motocas, como ficam?

Z-O: Capítulo 4, Zila e a noite

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  Zila Moreira tem ampla experiência no ramo das entregas. Ela é a motoqueira #1 da Graw na prestação de serviço. Sua eficiência rendeu o convite inaugural para atuar na Kapow. Quem precisa de dinheiro, geralmente não recusa trabalho...

Z-O: Capítulo 3, Pedro Paulo

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  Pedro Paulo é mais um a fazer o caminho da Graw para a Kapow. O app está crescendo e diversificando a cada dia. O que pode ser perigoso para os motoqueiros. Em seu primeiro trabalho, PP faz uma missão digna de GTA. 

Z-O: Capítulo 2, Jhonlenon

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  Jhonlenon se envolve no rolê da Kapow a convite de Caio e sai em seu primeiro serviço pelo novo app. Uma manhã que ele jamais vai esquecer. Nessa parte, algumas das motivações do personagem ficam evidentes.

Z-O: Capítulo 1, Caio

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  Caio sofre um acidente de moto em um dia comum. De repente, sua vida é sugada para o meio de um furacão chamado Graw. Ele conhece muita gente nova e gosta do desafio. Mas será que ele vai gostar da rotina frenética de entregador? Fala sério, você não tava esperando o Steven Seagal numa roupa de águia maluca no começo da série, né? Nem eu. Sonhei com isso e resolvi levar a viagem pro papel.

Introdução ao universo de Z-O

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Promo de Z-O para as redes sociais Inspirado na obra de Shotaro Ishinomori que deu origem à franquia Kamen Rider , tomei a liberdade de desenvolver um universo bem paulistano para desenvolver a história de Z-O. Utilizando o conceito dos gafanhotos motoqueiros, criei um grupo de personagens da mesma classe social com um inimigo em comum: a falta de dinheiro. E por falta de dinheiro, naturalmente, somos opostos às garras do pós-capitalismo que transformou a mão de obra em algo dispensável e por vezes desqualificado o suficiente para não demandar salários dignos.